A Universal McCann lançou recentemente seu último estudo global sobre o uso de mídias sociais, que revela mudanças bem interessantes na maneira como as pessoas vêm utilizando a Internet para criar e compartilhar ideias, textos, imagens, músicas e vídeos. Vale a pena conferir: http://universalmccann.bitecp.com/wave4
Em maio de 2009, a IAB publicou o documento Social Media Ad Metrics. É um documento que pretende especificar definições padronizadas de métricas gerais para os diferentes tipos de mídias sociais. Vale a pena conferir, para os que não têm intimidade com o inglês, existe uma tradução não-oficial para o português: Métricas para Publicidade em Mídias Sociais.
Durante minhas pesquisas sobre Web Semântica, Ontologias e sua aplicações, esbarrei com diversas ferramentas para tornar o WordPress “semantic ready”, ou que utilizam recursos semânticos para incrementar blogs, wikis e outros sistemas. Alguns já estão incorporados a este blog, como o Zemanta, o wp-RDFa e o SIOC. Tudo que você tem a fazer é instalar os bichinhos e relaxar, que eles fazem todo o trabalho sujo de adicionar os metadados.
Calais Auto Tagger
Com o plugin Calais Auto Tagger, você nunca terá que pensar nas tags para seus posts. O plugin usa o Open Calais API para executar a análise semântica do texto do post e sugere tags para você, que são adicionadas com um único clique no administrador do WordPress.
O SIOC (Semantically-Interlinked Online Communities) é uma iniciativa que visa a integração de informações de comunidades on-line, fornecendo uma ontologia para a representação de dados da Web Social em RDF. Possui várias aplicações comerciais e open-source, e é comumente usada em conjunto com um vocabulário FOAF para representar perfis pessoais e informações de redes sociais.
wp-RDFa é um plugin que adiciona metadados FOAF (Friend of a Friend), relacionando suas informações pessoais com as informações dos usuários de seu blog para construir um mapa semântico; e Dublin Core, criando marcações automáticas para o título, criador e data. Todo o conteúdo criado dentro do the_loop() será codificado automaticamente. Para fazer o download do plugin, acesse http://dev.squarecows.com/projects/wp-rdfa/
Zitgist Browser Linker
O Zitgist Browser Linker exibe automaticamente recursos (links, imagens etc) existentes na Web relacionados a uma determinada URL, para que se possa executar ações com base nesses recursos.
Por exemplo, se eu criar um link para o site do Tim Berners-Lee, poderia ser interessante ter mais informações sobre ele, a partir do link a que se refere.
O Zemanta funciona de forma semelhante ao Calais, mas é muito mais “bombado” em recursos: ele executa a análise semântica do texto do post e sugere tags, links, fotos, artigos relacionados e muito mais, em tempo real, enquanto você digita o post. Um canivete suíço para a edição de blogs. Infelizmente, ele analisa somente textos em inglês. Ainda assim, indispensável.
Wireframing é uma das tarefas mais valiosas para qualquer projeto interativo. Com ele, é possível economizar horas de trabalho prevendo detalhes da arquitetura, funcionalidade e conteúdo de um site/sistema, antes de realmente iniciar o projeto visual. Mas, se feito de forma ineficiente, pode custar mais tempo e até mesmo criar dores de cabeça para o cliente e o designer.
O blog Smashing Magazine publicou 35 recursos muito úteis para a criação de wireframes, incluindo tutoriais sobre diferentes métodos e uma variedade de ferramentas disponíveis.
Olhem a placa acima e me digam o que acham errado nela. Não perceberam? Então senta que lá vem história…
Outro dia fomos eu e a patroa no Pátio Savassi para assistir a um filme, e caímos na besteira de comprar aqueles baldes enormes de Coca-Cola. É óbvio que assim que o filme terminou, corremos à procura do banheiro mais próximo, e eis que nos deparamos com um erro crasso de usabilidade na sinalização dos sanitários do shopping.
No afã de aliviar o mais rápido possível nossas bexigas, não percebemos de imediato a real direção que a placa indicava. Resultado: ambos trocamos os lados, e só depois percebemos o erro. Fiquei mais alguns minutos próximo à entrada, e percebi que, mesmo sem pressa para aliviar, as pessoas ficavam inicialmente confusas sobre qual caminho tomar.
Fica o recado para os designers: usabilidade é sobre indicar os caminhos mais fáceis para os usuários, caminhos que raramente coincidem com nossas “belas artes”.
Um guia gratuito direcionado a empresários, departamentos de marketing e equipes de desenvolvimento, com vários princípios e processos para incrementar os negócios usando o poder das redes sociais.
Para consegui-lo, basta acessar o site http://getsocialmedia.net e fazer o cadastro para receber o link de download via e-mail.
O Diretório Acadêmico da Escola de Ciência da Informação da UFMG irá promover nos dias 06, 07 e 08 de maio de 2009 a I Semana da Ciência da Informação, no auditório Azul da Escola de Ciência da Informação da UFMG. Serão três dias de palestras, mesas-redondas e comunicados, com a participação de representantes da Associação de Bibliotecários de Minas Gerais, Arquivo Nacional e professores da UNIRIO e UFMG. Para maiores informações, acesse o site do D.A. ECI/UFMG: http://blogdaeci.wordpress.com/.
Um excelente guia de boas práticas no design de formulários: essencial para todo designer de interfaces, vale muito a pena conferir!
Quite rare is the Web application that doesn’t make extensive use of forms for data input and configuration. But not all Web applications use forms consistently. Variations in the alignment of input fields, their respective labels, calls to action, and their surrounding visual elements can support or impair different aspects of user behavior.
Está disponível para download o e-book Blogs.com: estudos sobre blogs e comunicação, organizado por Adriana Amaral, Raquel Recuero e Sandra Montardo. Vale muito a pena a leitura. Transcrevo aqui um trecho do prefácio:
As organizadoras Adriana Amaral, Raquel Recuero e Sandra Montardo, estudiosas do fenômeno e blogueiras de primeira linha, companheiras de debates em congressos e, claro, em blogs e microblogs, dividem o livro em duas seções que guiam o leitor para o que interessa: uma perspectiva epistemológica, tentando situar os blogs como objeto de pesquisa científica (“Seção 1 – definições, tipologias e metodologias”), e uma outra socio-antropológica, dando ênfase aos usos e apropriações da ferramenta (“Seção 2 – uso e apropriações”). No seu conjunto, o livro trata de questões conceituais, históricas, políticas, sociológicas, jornalísticas, subjetivas, educacionais, dando um quadro bastante completo do fenômeno, já nascendo como uma referência para professores, pesquisadores e alunos de Comunicação e das Ciências Sociais como um todo.